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40 perguntas frequentes sobre pneumática industrial

40 perguntas frequentes sobre pneumática industrial

Confira algumas perguntas frequentes sobre pneumática industrial e as respostas dadas pela EQUIPE DE ESPECIALISTAS DA DJP.

Se você trabalha com máquinas ou equipamentos pneumáticos, certamente já teve alguma das dúvidas listadas abaixo. Sendo assim, aproveitando a experiência de mais de 20 anos na área pneumática industrial, a DJP separou para você algumas questões frequentes relacionadas a esta área. Além disso, para facilitar a sua vida, respondeu de forma clara e objetiva. Dassa forma, confira e aproveite!


1. O que é pneumática?

A pneumática é uma área da física que estuda o uso de gases ou ar pressurizado.


2. O que é pneumática industrial?

Pneumática industrial nada mais é do que o uso do ar pressurizado como meio de fornecer energia para máquinas e equipamentos industriais.


3. Quais são as vantagens da pneumática industrial?

Sem dúvida, as principais vantagens da pneumática industrial é ser barata, segura, limpa e de fácil aplicação. LEIA MAIS AQUI


4. Em que tipo de indústria encontramos a pneumática industrial?

Indústria de alimentos e bebidas, automotiva, eletrônicos, geração de energia, indústria pesada, máquinas e equipamentos, móveis, petróleo e gás, médico-hospitalar, indústria química e petroquímica, entre outras.

40 perguntas frequentes sobre pneumática industrial


5. Como uma máquina ou equipamento pneumático funciona?

Resumidamente, após passar pelo compressor, o ar comprimido segue por tubulações até chegar às ferramentas, cilindros e outros equipamentos que alimenta. LEIA MAIS AQUI


6. Como é gerado o ar comprimido?

O ar comprimido é gerado por uma máquina chamada compressor. Sendo assim, o compressor tem como função captar o ar que está no ambiente e aumentar sua pressão.


7. Quais tipos de compressores são mais usados?

Para aplicações industriais, certamente, os mais usados são os compressores de pistão e os compressores de parafuso.


8. O que é um compressor de pistão?

O compressor de pistão tem funcionamento semelhante ao de um motor de combustão interna, porém, sem ignição por explosão e alimentação de combustível. Desse modo, a compressão do ar atmosférico acontece por meio dos movimentos de pistões fechados dentro de cilindros. Enquanto isso, a aspiração e compressão são comandadas por válvulas. Sendo assim, entre suas principais vantagens, está o fato de possuir um baixo custo com elevado grau de eficiência. Além disso, pode atingir pressões muito altas, mesmo com dimensões reduzidas.


9. O que é um compressor de parafuso?

Também chamado de compressor rotativo, o compressor de parafuso comprime o ar a partir da rotação de seus rotores (dois parafusos helicoidais articulados) acoplados a um motor, geralmente elétrico. Os compressores de parafuso destacam-se por manter um fluxo contínuo de ar. Além disso, garantem uma baixa temperatura de compressão. Da mesma forma, muitas vezes são isentos de óleo, geram pouco ruído, permitem a construção de múltiplos estágios e são mais adequados para grandes volumes de consumo. No entanto, possuem um custo mais alto se comparados aos compressores de pistão.


10. O que é melhor: um compressor grande ou vários pequenos?

Em geral, utilizar vários compressores pequenos é bem mais vantajoso do que um único compressor grande. Afinal, um compressor necessita de muita energia para funcionar, consistindo no principal gasto de um sistema pneumático. Sendo assim, usando vários compressores pequenos, é possível que eles sejam ligados ou desligados individualmente de acordo com a demanda no momento, resultando numa grande economia de energia. Além disso, dessa forma, fica mais fácil retirar um compressor da rede para manutenção, sem ter que parar toda a produção.


11. Qual é a pressão utilizada num equipamento pneumático?

Isso varia bastante de acordo com a aplicação. Assim sendo, as faixas de pressão são classificadas das seguintes formas:
• Faixa de baixa pressão – até 10 bar;
• Faixa de média pressão – entre 10…15 bar;
• Faixa de alta pressão – entre 15…40 bar;
• Faixa de ultra-alta pressão – entre 40…400 bar.
De fato, a faixa mais utilizada em aplicações industriais é a de baixa pressão.


12. O que acontece com o ar gerado pelo compressor?

Após ser gerado no compressor, o ar comprimido passa pela preparação e depois é distribuído. Ou seja, é levado para as diferentes aplicações através de um sistema de tubulações de metal ou plástico que atravessa a fábrica.


13. O que é a preparação do ar num sistema pneumático?

Após ser comprimido, o ar passa pela fase de preparação antes de ser distribuído. Sem dúvida, a preparação do ar é uma parte fundamental do processo, já que é ela quem garante o correto funcionamento e a vida útil dos componentes pneumáticos do sistema. Sendo assim, basicamente, consiste na filtragem, resfriamento e secagem do ar.


14. Por que o ar comprimido tem que ser filtrado, resfriado e secado antes de ser utilizado numa máquina ou equipamento pneumático?

Naturalmente, o ar deve ser filtrado com o objetivo de remover a sujeira e a poeira do ambiente ou mesmo, partículas de óleo lubrificante que contaminem o ar no compressor. Além disso, por motivos de segurança, deve ser resfriado, já que a compressão gera calor. Por fim, o ar também precisa ser secado, já que a água contida no ar atmosférico pode provocar corrosão e mau funcionamento nas tubulações ou mesmo nos equipamentos.


15. Quais são os principais componentes pneumáticos?

Cilindro ou atuador pneumático, sensores do cilindro, válvula pneumática, preparação de ar (filtros, secadores, resfriadores), tubos e conexões pneumáticas, pressostatos, reguladores de fluxo e pressão, válvulas de bloqueio, válvulas lógicas, botões e alavancas.


16. Qual a função dos cilindros ou atuadores pneumáticos?

Basicamente, a função do atuador é converter a energia pneumática (cinética e de pressão) em energia mecânica (força ou torque). Desse modo, ele utiliza o ar comprimido para exercer uma força em um determinado curso ou extensão.

Pneumática industrial Parker - Atuadores Pneumáticos


17. Quais são os tipos de cilindros pneumáticos?

Existem vários tipos de cilindros pneumáticos, variando de acordo com a forma, material, tamanho e montagem. Entre eles, destacam-se: ISO, Mini ISO, de ação dupla, de haste passante, entre outros. CLIQUE AQUI E LEIA MAIS


18. Qual a função das válvulas pneumáticas?

Resumidamente, as válvulas pneumáticas tem como função controlar a direção, a entrada e a saída do ar comprimido.


19. Quais são os tipos de válvulas pneumáticas?

Existem vários tipo de válvulas, sendo que suas funções, basicamente, estão expressas em seus nomes: válvulas direcionais, válvulas reguladoras de fluxo, válvulas reguladores de pressão, válvulas de bloqueio.

Pneumática industrial Parker - Válvulas Pneumáticas


20. O que é pressostato?

O pressostato é um componente que indica se a pressão de ar está alta ou baixa. Sem dúvida, é um componente fundamental para o controle de sistemas pneumáticos.


21. Qual é a importância de um reservatório de ar num sistema
pneumático industrial?

Os reservatórios de ar comprimido são muito úteis em sistemas onde os compressores funcionam com uma demanda intermitente ou com muitas paradas. Da mesma forma, são úteis, quando o compressor produz mais ar do que o desejado para determinada aplicação. Afinal, os reservatórios permitem o armazenamento do ar comprimido na pressão desejada, possibilitando o acionamento e desligamento do compressor somente quando necessário. Com isso, resulta numa significativa economia de energia.


22. Qual a função da tubulação num sistema pneumático?

Obviamente, a tubulação tem a função primordial de levar o ar comprimido até os equipamentos. Além disso, o volume das tubulações também devem ser considerados para complementar o volume do reservatório de ar.

Tubulação de ar comprimido


23. Qual a importância de dimensionar corretamente a rede de ar comprimido?

Para o correto funcionamento do sistema, é essencial dimensionar e projetar corretamente o sistema de tubulação. Somente dessa forma, é possível garantir menores perdas e que o ar chegue nas condições ideais na máquina ou equipamento. Erros nessa área podem levar a perdas de pressão e força. Comprometendo assim, o desempenho do sistema.


24. Quais os tipos de tubulação em sistemas pneumáticos?

Existem dois tipos de sistemas de tubulação: ramificado e anel fechado. Ambos, possuem vantagens e desvantagens que devem ser consideradas de acordo com a aplicação e local onde o sistema será instalado. No entanto, é bastante comum que sejam utilziadas versões mistas.


25. O que é um sistema de tubulação ramificada?

Os sistemas tubulações ramificados são aqueles que usam uma grande tubulação de distribuição principal das quais derivam ramificações menores que terminam no equipamento. Entre suas principais vantagens estão o fato de exigir menor extensão de tubos. Por outro lado, há a desvantagem de muita vezes provocarem maiores perdas de pressão.


26. O que é um sistema de tubulação de anel fechado?

Os sistemas de tubulações de anel fechado são aqueles que formam um circuito. Ou seja, que dão uma volta completa no local, passando por cada equipamento, de onde saem as conexões. Nesse caso, o ar comprimido percorre um caminho mais curto, o que reduz a queda de pressão. No entanto, demanda muito mais tubulações.


27. Qual a influência do comprimento dos tubos nas perdas do sistema?

De fato, quanto mais longa é a tubulação, maiores são as perdas. Isso porque, nesses casos, o atrito do fluxo de ar na parede da tubulação é maior. Assim sendo, as perdas por atrito se convertem em perda de pressão. Por isso, tubulações mais longas requerem um diâmetro maior para reduzir a resistência.


28. Quais os tipos dos tubos, cotovelos e engates são melhores para os sistemas pneumáticos?

Peças T e cotovelos devem ser evitados, sendo substituídos por peças de bifurcação e peças curvas. Já os tubos, podem ser encontrados em diversos formatos, medidas e proporções. Nesse sentido, o melhor modelo dependerá do tipo de aplicação específica. Por exemplo, os tubos de poliuretano são mais resistentes e protegem melhor o fluido, já os de polipropileno reticulado, conhecido como PPR, são mai leves e fáceis de instalar. Fale com um especialista para saber qual o melhor tipo de tubo e conexões a serem usadas no seu sistema.


29. A quantidade de cotovelos, engates e conexões interferem nas perdas do sistema pneumático?

Sim, inegavelmente o número de derivações, cotovelos, válvulas e engates causam perdas consideráveis devido ao atrito no fluxo de ar. Portanto, devem ser utilizados no menor número possível. Além disso, deve-se tomar cuidados para escolher modelos mais favoráveis ao fluxo.


30. O que eu devo considerar ao fazer uma instalação pneumática na minha indústria?

Com toda a certeza, na hora de instalar um sistema pneumático na indústria, é necessário contar com a orientação de profissionais altamente capacitados. Sendo assim, tais profissionais irão analisar, entre outras variáveis, as pressões necessárias para o sistema, a demanda de ar comprimido, a potência do compressor e o sistema de tubulações. Além disso, irão considerar alguns fatores que interferem no consumo de uma instalação pneumática, como: média do tempo de ocupação dos equipamentos, fator de simultaneidade, possíveis perdas no sistema e reservas.


31. Como o consumo das máquinas e ferramentas pneumáticas são determinados?

Num ambiente industrial, isso pode variar de acordo com a aplicação. Porém, basicamente, é determinado pela soma do consumo das máquinas e ferramentas de acordo com as especificações técnicas do fabricante. Além disso, deve-se levar em conta os fatores de correção.


32. O que é média do tempo de ocupação?

As máquinas pneumáticas em geral não ficam em funcionamento o tempo todo. De fato, o tempo em que elas ficam ligadas ou desligadas variam bastante de acordo com o tipo de aplicação. Sendo assim, é necessário ter em mente a média de tempo em que cada máquina ou equipamento da indústria ficará em operação. Esse tempo é a conhecido como média do tempo de ocupação e é essencial para definir o consumo do sistema pneumático.


33. O que é fator de simultaneidade?

Normalmente, em sistemas pneumáticos industriais, um grande número de equipamentos está conectado numa mesma instalação. Apesar disso, quase nunca todos são usados ao mesmo tempo. Nesse sentido, não há a necessidade de uma demanda que atenda todos os equipamentos sendo usados simultaneamente. Isso é o chamado fator de simultaneidade. Sendo assim, ao dimensionar um sistema pneumático, este parâmetro deve entrar no cálculo, junto com o tempo de ocupação, como fator de correção ou coeficiente redutor da demanda.


34. O que são perdas em sistemas pneumáticos?

As perdas são comuns mesmo em instalações pneumáticas novas. Assim sendo, elas podem ocorrer por conta de vazamentos ou mesmo pelo atrito do fluxo de ar comprimido na rede de tubulações. Em geral, as perdas em instalações novas são em média de 5%. Já nas instalações antigas, podem chegar a 25%. Desse modo, é inevitável considerar este fator na hora de dimensionar um sistema pneumático.


35. O que são reservas em sistemas pneumáticos?

Normalmente, a demanda de ar comprimido nas indústrias já é considerada levando em conta alguma reserva. Ou seja, uma margem de segurança para futuras necessidades, a fim de minimizar os custos e facilitar possíveis expansões. Dessa forma, muitas vezes, os sistemas são projetados com reservas que chegam a até 100% da demanda inicial.


36. Ao dimensionar um sistema pneumático, é comum haver erros de estimativa?

Sim, apesar de haverem recursos bastante apurados para os cálculos, é impossível determinar com 100% de exatidão a demanda por ar comprimido. Sendo assim, recomenda-se sempre adicionar aproximadamente 15% da demanda para compensar possíveis erros de estimativa.


38. Qual é a relação entre pneumática industrial e indústria 4.0?

Sem dúvida, a automação pneumática está mais do que integrada aos modernos processos de fabricação ligados à Indústria 4.0. De fato, já há tecnologia necessária para fazer a migração para a Indústria 4.0, inclusive em máquinas e equipamentos pneumáticos, como: fieldbus, controle embarcado, coleta de dados, diagnósticos, terminais de válvulas inteligentes com comunicação I/O-Link etc.


39. Qual é o melhor fornecedor de componentes pneumáticos?

A Parker é líder mundial no oferecimento de soluções na área pneumática industrial. Sendo assim, com toda a certeza é a primeira opção que deve ser considerada. Conheça a história dessa empresa centenária, clicando aqui.


37. Quais soluções a Parker oferece?

Cilindros compactos, Cilindro Mini ISO, Cilindro ISO, Cilindros Heavy Duty, Cilindro sem haste, Válvulas Pneumáticas série PVN Plus, Válvula Pneumática série Isomax, Válvulas série Moduflex, Válvula Proporcional Reguladora de Pressão, Válvulas série Isysnet, Filtros, reguladores e lubrificadores (séries P3A, 06, 07 E P3Y), FRL global;
Geradores de vácuo, Conexões, tubos e mangueiras, entre outros. VEJA MAIS CLICANDO AQUI

Parker - DJP Automação industrial


40. Onde posso encontrar componentes pneumáticos em Ribeirão Preto e região?

A DJP Automação é Distribuidora Autorizada Parker. Dessa forma, oferece componentes pneumáticos de alta tecnologia com a precisão de quem trabalha há mais de 20 anos nessa área. Sendo assim, a DJP conta com uma verdadeira EQUIPE DE ESPECIALISTAS, capacitada para indicar a você sempre a melhor solução de acordo com a sua necessidade. Clique aqui e conheça a DJP.

Por fim, procuramos responder o máximo possível as perguntas frequentes sobre pneumática industrial. Porém, caso a sua dúvida não tenha sido esclarecida, fique à vontade para entrar em contato ou deixar sua pergunta nas nossas redes sociais.

Sobre o autor

DJP Automação
DJP Automação
A DJP possui 20 anos de experiência na área de automação industrial. Através do blog compartilha com você um pouco do conhecimento adquirido em todos esses anos, principalmente na área de CLPs, sensores e pneumática industrial.

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